Ideologias internas

"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe." Oscar Wilde
Sempre me pergunto o que é viver. Logicamente, assim como tudo no mundo, cada um tem sua própria visão para esse significado. Ou não. Sempre acho que existem pessoas que acham que estão vivendo, quando na realidade estão nojentamente e futilmente existindo, mas isso, no meu ver.
Hoje li um texto fabuloso de uma colega e, com isso, senti a inspiração correndo como uma energia revitalizante nas minhas veias, e aquele amor por todas as coisas, sentimentos, cores...
Um amor que sinceramente só aprendi a ter quando compreendi, mais uma vez, ao meu ver, o filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Ele foi pra mim uma daquelas coisas que aparecem na sua vida sem querer, mas te conquistam profundamente e te mudam, te deixam imensamente melhor... Não riam, mas eu o descobri por causa do ator Robert Pattinson, o tão "apaixonante" Edward, de Crepúsculo, sem querer, encontrando um arquivo onde ele tocava a música Comptine D'un Autre Eté - L'après Midi, que o Yann Tiersen compôs para o filme, e que constava ser do mesmo. E a música me tocou tanto, que indo à locadora me deparei com ele, aluguei, me apaixonei e tratei de comprar um pra mim.
Mas retornando ao assunto principal, com Amélie brotou uma concepção na minha mente de quão feliz é reparar na beleza das pequenas coisas do dia-a-dia e ama-las, amar a tudo, o sentimento de felicidade, de tristeza, o ato de quebrar seu "creme bruleé", etc.
É difícil ter esse sentimento dentro de si e, não sejamos hipócritas, é difícil amar. Mas a vida humana é baseada no controle e esforço, não?

- Au revoir, Natália

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